Grupo Máscaras estreia espetáculo “Não é bom ser tão só...” em Santa Cruz da Prata
Na sexta-feira, 14 de agosto, o Grupo Máscaras estreou seu mais recente trabalho, “Não é bom ser tão só...”, com direção de Maurinho Máscaras e dramaturgia de Daniel Mello, inspirada na obra do escritor e cartunista Ziraldo.
Mantendo uma tradição do grupo, o local escolhido para a estreia foi o distrito de Santa Cruz da Prata, desta vez na Escola Municipal Professora Carolina de Paula Ferreira, aproximando o teatro do público e, especialmente, dos estudantes.
De forma sensível e por meio da arte, o espetáculo aborda questões importantes do ambiente escolar, como bullying, exclusão, respeito às diferenças e convivência. A montagem convida os alunos a refletirem sobre a importância de respeitar, acolher e valorizar o próximo, contribuindo para a construção de um ambiente escolar cada vez mais seguro, respeitoso e acolhedor.
O elenco é formado integralmente por alunas do Projeto Máscaras do Futuro, iniciativa do Grupo Máscaras que promove formação artística para crianças e adolescentes. A montagem representa também o resultado do processo de aprendizado e criação desenvolvido nas aulas de teatro.
Próximas apresentações
Depois da estreia, o espetáculo segue para novos espaços e públicos. No dia 28 de agosto, “Não é bom ser tão só...” será apresentado durante a Feira Literária de Caconde (FLIC), em Caconde (SP).
No dia 29 de agosto, o Grupo Máscaras retorna a Santa Cruz da Prata para uma nova apresentação, desta vez aberta a toda a comunidade do distrito.
Em setembro, o espetáculo chega a Guaranésia, onde será apresentado ao público local.
O Grupo Máscaras parabeniza todo o elenco e a equipe envolvida nesta nova produção, que une arte, educação e reflexão.
Ficha técnica
Elenco:
- Narradoras: Vitória e Giovana
- Vermelho: Olívia
- Amarelo: Isabelle Pereira
- Azul: Maria Vitória
- Verde: Ana Zoé
- Laranja: Bella Boturi
- Violeta: Maria Gabriela
- Flicts: Maju
“Não é bom ser tão só...” é mais uma produção do Grupo Máscaras que coloca crianças e adolescentes no centro do fazer artístico, mostrando que o teatro pode ser um importante instrumento de expressão, aprendizado, diálogo e transformação.












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